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Detalhes da Viagem

LISBOA e COSTA DE LISBOA

1º Dia – Local de partida / Nazaré / Caldas de Rainha / Óbidos / Peniche / Lisboa

A hora a determinar partida em autopullman e viagem passando por Nazaré – a Maria das Sete Saias, o mar de um azul inconfundível, e o aroma a maresia e peixe na brasa. Continuação da viagem para as Caldas da Rainha. Almoço em restaurante local. De tarde prosseguimento para Óbidos. Vila medieval, aninhada dentro das muralhas de um castelo do séc. XII, fundada no séc. IV a.C. pelos Celtas e povoada por diversos povos como os romanos, visigodos e árabes, foi conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques em 11 de Janeiro de 1148. O seu casario branco, com janelas e varandas repletas de flores, e as ruelas tortuosas em calçada mantiveram o seu ar ancestral até aos dias de hoje. Óbidos foi, e continua a ser, um dos palcos privilegiados na história, nas artes e nas letras do nosso país. Prosseguimento para Peniche. Tempo livre neste porto de pesca, que é um dos mais importantes da Costa de Prata onde, durante a semana, se pode apreciar a descarga do pescado, erguido a pulso dos barcos em recipientes de plástico que voam para o cais com as sardinhas a brilhar ao sol. Famoso é o seu Farol de onde se avista a Pedra da Nau (ou Nau dos Corvos) que é uma escultura natural fabulosa na qual pousam, dando-lhe vida, os corvos marinhos que por ali voltejam. A hora a determinar continuação para Lisboa. Chegada, instalação, jantar e alojamento no hotel.

2º Dia – Lisboa

Estadia em regime de pensão completa no hotel. Dia inteiramente dedicado a actividades independentes ou visitas a gosto pessoal. Sugerimos visita a: Parque das Nações, designação actual da antiga Zona de Intervenção da Expo, que inclui o local onde foi realizada a Exposição Mundial de 1998. Esta área tornou-se, entretanto, um centro de actividades culturais e um novo bairro da cidade, com várias instituições culturais e desportivas próprias. A sua arquitectura contemporânea, os espaços de convívio e todo o projecto de urbanização e requalificação urbana trouxeram nova dinâmica à zona oriental da cidade de Lisboa que, em 1990, ainda era uma zona industrial. Destacam-se, como exemplos da arquitectura presente no Parque das Nações, as abóbadas das plataformas da Gare do Oriente, de Santiago Calatrava, impondo a sua linha arquitectónica; o Pavilhão de Portugal, do arquitecto português Álvaro Siza Vieira, que tem por entrada uma imponente pala de betão pré-esforçado, que se baseia na ideia de uma folha de papel pousada em dois tijolos, abrindo o espaço à cidade para albergar os diversos eventos que um espaço desta escala acolhe. De mencionar ainda o Pavilhão Atlântico, a emblemática Torre Vasco da Gama, o edifício mais alto da cidade, o Oceanário de Lisboa, um dos maiores aquários do mundo. Igualmente merecedor de admiração a Ponte sobre o Tejo, a Torre de Belém e o Monumento das Descobertas. O Mosteiro dos Jerónimos (igreja), obra-prima de pedra rendilhada a parte velha com a famosíssima Alfama, o mais antigo e pitoresco bairro da capital portuguesa, Rossio, coração da cidade, Avenida da Liberdade, de referir ainda o belíssimo Jardim Botânico. Alojamento no hotel.

3º Dia – Lisboa / Estoril / Cascais / Sintra / Mafra / Santarém / Local de partida

Pequeno almoço no hotel e viagem para o Estoril (famosa estância balnear da costa de Lisboa) e Cascais, antiga vila de pescadores hoje transformada em pequeno porto de pesca e estância da moda, onde os antigos palacetes estão transformados em bares e restaurantes. Prosseguimento para Sintra. Almoço em restaurante local. De tarde visita (facultativa) ao Palácio da Pena que constitui o mais completo e notável exemplar de arquitectura portuguesa do Romantismo. Edificado a cerca de 500 metros de altitude, remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha (1816-1885), adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete. Para dirigir as obras chamou o Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera para construir este notável edifício. Extremamente fantasiosa, a arquitectura da Pena utiliza os “motivos” mouriscos, góticos e manuelinos, mas também o espírito Wagneriano dos castelos Schinkel do centro da Europa. Tempo ainda para visita ao Palácio de de Monserrate, em 1858, Francis Cook contratou James Knowels Jr. para projectar o pavilhão que pretendia construir em Monserrate. Os três corpos do pavilhão – encimados por bolbosas cúpulas vermelhas – apresentam as fachadas rasgadas por portas e janelas de quebratura gótica. A entrada é precedida de pórtico igualmente neogótico, cintado por grandes entablamentos. Na cornija surgem, alternados, modilhões de volutas e arcadas trilobadas e do corpo central emerge, sobre o frondoso parque, um balcão provido de arcaria e ornado com azulejos de imitação mudéjar. No interior, a exuberância decorativa dos estuques e capitéis acentua o carácter orientalizante do pavilhão, nomeadamente na galeria e na “Sala de Música”, onde uma profusão de temas indianos e clássicos imprime ao conjunto uma dinâmica própria que resulta em singular efeito estético. Os soberbos jardins que rodeiam a áulica construção foram concebidos e executados por Stockdale e também por Thomas Gargill que souberam explorar as particularidades micro-climáticas da Serra, obtendo, deste modo, um magnífico parque, no qual se podem observar, ainda hoje, mais de 3.000 espécies exóticas. Viagem para Mafra, aqui poderá admirar o Real Convento de Mafra sendo o mais importante monumento do barroco português. O conjunto arquitectónico desenvolve-se simetricamente a partir de um eixo central, sendo a basílica o ponto principal de uma longa fachada ladeada por dois torreões, localizando-se na sua zona posterior o recinto conventual da Ordem de São Francisco da Província da Arrábida. O Palácio-Convento possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas, constituída por cerca de 40 000 livros, e numerosas obras artísticas encomendadas pelo monarca no país, em França, Flandres (de onde procedem os dois carrilhões de 92 sinos) e Itália. A hora a indicar viagem de regresso ao local de partida, passando ainda por Santarém.

Fim da Viagem e dos Nossos Serviços

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